Reciclando Lixo

Bom dia pessoal!

Estou dando algumas dicas de como criar instrumentos musicais a partir de materiais reciclável.
Para fazer um ganzá você vai precisar de:

1 Rolo de papel-alumínio ou papel toalha (vaziou), fechar uma das pontas com papel e depois fazer um decoração no rolo.
Colocar uma colher de sopa de arroz, milho ou feijão (fica na escolha do criador) depois fechar a outra ponta.
Ai fica fica a dica :
IMG_20121127_102226IMG_20121127_102309

 

Kódaly

O trabalho de Kodály

De acordo com Kodály, o intelecto, as emoções e a personalidade de todas as pessoas podem ser desenvolvidas e trabalhadas através da música. Dessa forma, a música deveria ser acessível a todos, de maneira simples, porém sem perder a qualidade musical. Para encontrar uma música que pudesse ser apreciada e executada por todas as pessoas que assim o quisessesm, Kodály iniciou uma vasta pesquisa, que teve seu foco direcionado em especial para a música folclórica Húngara. Kodály acreditava que o estudo de música com as crianças devia partir das canções folclóricas e dos conhecimentos musicais que podiam ser explorados em seu estudo e através dessas canções ir expandindo o universo musical até alcançar a compreensão da literatura musical universal. O Método Kodály não foi escrito por Kodály e sim por seus seguidores, que utilizaram o material produzido por ele em suas pesquisas e práticas pedagógicas no campo do ensino da música.[1]

[editar]O canto

 

Representação de solfejo manual de Curwen . Esta versão inclui as tendências tonais e títulos interessantes para cada tom, é uma representação próxima à proposta do Método Kodály

O canto é a primeira etapa a ser trabalhada no método Kodály. O músico considerava o canto como fundamento da cultura musical pois a voz é o sinal mais imediato que nos comunica com a música, pois parte do próprio sujeito, que tem controle sobre ela. Por essa razão o método enfatiza o canto coral, não apenas como um meio de expressão musical e sim como um exercício para o desenvolvimento emocional e intelectual. A vivência do canto coral permite o contato com parâmetros musicaiscomo a pulsação, o ritmo a forma e a melodia. Ao trabalhar o canto com as crianças, Kodály proporcionava uma vivência prazerosa da música, que poderia criar uma ligação entre a criança e a música, estimulando-a a buscar outras formas de expressão musical, como outros tipos de canto ou a vivência de uma música instrumental.

Esse prazer proporcionado pela música deve ser a tônica do ensino musical nesse método, e não um exercício rotineiro e maçante que pode acabar por afastar a criança da música.

De acordo com as pesquisas de Kodály as crianças não conseguem ouvir nem reproduzir os semitons, por isso se utiliza do Dó móvel nas atividades de solfejo, chamadas solfejo relativo, onde o dó pode ser colocado em qualquer lugar da escala musical, e dando início a uma escala de cinco tons ascendentes a partir daí. Apentatônico é a ideal para aprender nesse método, pois nele não há a presença de semitons. Depois de bem familiarizados com a escala pentatônica, os alunos terão maior facilidade em compreender a inclusão dos semitons e então reproduzi-los. Essas atividades de solfejo baseadas na tônica já introduzem, desde cedo, o conceito de função harmônica, que póderá ser sistematizado mais tarde.[1]

[editar]Solfejo mímico

Solfejo mímico ou manosolfa[2] é uma associação de gestos manuais com a altura das notas. É uma atividade que se utiliza do corpo das crianças para a vivência musical, assim como foi feito por Dalcrose em seu método. Cada uma das cinco alturas do solfejo relativo recebe um sinal gestual e um nome (que pode ser o nome danota musical). Esse gesto irá ser executado no espaço diante do corpo da pessoa, em cinco alturas diferentes. Essa atividade permite que as crianças visualizem aaltura musical observando como as notas “sobem” ou “descem” enquanto cantam e gesticulam melodias ascendentes e descendentes.[1]

[editar]Notação musical

Ao realizar o registro das melodias, não é usada a pauta musical e sim um registro onde é escrito o nome da nota e respeita-se o tempo de duração dela deixando um espaço maior ou menor no quadro que a representa. Assim o ritmo e seus valores de tempo são vistos pela criança de maneira concreta, e elas podem criar verdadeiros quebra-cabeças ao criarem melodias, depois exercitando o solfejo ao executá-las.[1]

 

* 0 pensamento

– e da alçada do musicólogo, que analisa e organiza o material coletado;

0 segundo – 0 sentimento – dirige a transformação do material

em arte, e esse e o trabalho do compositor; a vontade, por sua vez, e

reduto da educação e contempla tanto a formação do aluno quanto a

do professor.

 

* Desenvolver a musicalidade individual e manter a cultura musical natural do povo.

 

* Tinha o objetivo de alfabetizar musicalmente todas as pessoas, e fazer do canto uma atividade comum nos lares húngaros

 

* O desenvolvimento curricular inclui

leitura e escrita da musica, treinamento auditivo, rítmica, canto e

percepção musical.

 

* o método KodáIy utiliza-se, também, do manossolfa, urn sistema

que alia sinais manuais as notas musicais. Esse sistema ajuda a

criança a “ler” os sinais e a transforma-los em sons. Outro sistema

utilizado por Kodaly e 0 Tonic Solfa,3que trabalha a leitura relativa,

em que os nomes das notas d6, re, mi, fa, sol, la e si sao dados para

os graus da escala maior, em qualquer tonalidade, enquanto a escala

menor corresponde a la, si, d6, re, mi, fa e sol. Esse sistema e adotado

em paises nao latinos, em que as alturas fixas SaGdesignadas por

letras do alfabeto.

 

USC – Depto. de Música – Programa de Percepção Musical

MÉTODO KODÁLY

Fonte: Wikipedia – http://wikipedia.org/ 

O método Kodály é uma metodologia de educação musical,  geralmente aplicada a crianças. Foi desenvolvido durante os anos 1940 e 1950 na Hungria pelo compositor e educador Zoltán Kodály, seus colegas e estudantes. O método de Kodály não foi criado diretamente pleo próprio Kodály, mas evoluiu nas escolas húngaras a partir de seus ensinos e orientação. Os objetivos, filosofia, e os princípios eram de Kodály, mas a pedagogia concreta não era.

Zoltán Kodály (1882-1967) foi um proeminente educador e compositor húngaro  que enfatizava os benefícios da instrução e das resposta psicológicas à música. Embora não sejam realmente um método educacional, seus ensinamentos residiam em uma divertida estrutura educacional, construída em uma sólida base de notação básica da teoria musical em várias formas verbais e escritas. O objetivo primordial de Kodaly era incutir um amor à música que perdurasse em seus estudantes,  e ele sentia que era o dever da escola infantil fornecer este elemento vital da educação. Algumas das marcas registradas do método Kodaly incluem o uso de manosolfa (sinais com a mão para solfejo), da notação musical simplificada (notação de traços), e  solmização do ritmo (verbalização).

FILOSOFIA: O método Kodály é fundado em um número de propostas filosóficas diferentes, incluindo:

1.Todas as pessoas capazes de falar uma língua são também capazes de dominar um idioma musical;

2.O canto é o melhor fundamento para a técnica musical;

3.A instrução musical  mais eficaz começa com a criança muito nova;

4.As canções populares da própria herança lingüística de uma criança constituem uma língua musical materna,   e devem     conseqüentemente ser o veículo para toda a instrução posterior;

5.Apenas a música da valor artístico mais elevado, ambos folclórica e tradicional, deve ser usada no ensino;

6.Música deve fazer parte do cerne do curriculum educacional, um assunto essencial como base para a educação.

 

Para utilizar o método Kodály:

O método específico de solfejo conhecido como Método Kodály associa a estrutura das escalas tonais (maior e menor) como base para leitura e solfejo de partituras. Assim, as escalas tonais de diferentes tonalidades são revertidas para uma leitura básica em do maior ou la menor, isto é, as melodias de diferentes tonalidades são lidas e cantadas como se fossem em do maior (ou la menor), e a estrutura da escala tonal é associada ás sílabas latinas usadas como os nomes das notas na escala de do. Com isso, procura-se fazer o aluno identificar e reproduzir (no canto) os elementos estruturais da escala, isto é, os graus, e associá-los às sílabas correspondentes.

O processo de leitura no Método Kodáluy de solfejo segue os seguites procedimentos:

1. Encontrar a tonalidade (e o modo) da escala da melodia a ser lida ou cantada;

2. Encontrar o grau da escala correspondente à primeira nota da melodia;

3. Transpor a nota (e o restante da melodia) para a escala de do, levando em conta os graus correspondentes de cada nota (ex. o grau I se transforma e do, o grau II se transforma em re, o grau III se transforma em mi etc.)

4. Para alterações cromáticas nos graus correspondentes, usam-se sílabas especiais:

GRAU

I

II

III

IV

V

VI

VII

Sílabas associadas

DO

RE

MI

FA

SOL

LA

TI

Alterações

DI
ou
RA

RI
ou
MA

FI
ou
SA

SI
ou

LI
ou
TA

Para o programa atual do curso, será cobrada uma leitura ortodoxa dos exercícios pelo Método Kodály (com as sílabas ti para o grau VII, ou si para o grau V alterado, por exemplo) apenas para os exercícios em lá menor.

Última atualização 2007-02-09

 

 

Música e desenvolvimento infantil

Pesquisas desenvolvidas em várias partes do mundo confirmam que a música tem influência no desenvolvimento da criança. Alguns estudos comprovam, inclusive, que o bebê, ainda no útero materno, desenvolve reações a estímulos sonoros.

A linguagem musical vem sendo apontada, por um número cada vez maior de especialistas em todo o mundo, como uma das áreas do conhecimento mais importantes a serem estudadas no desenvolvimento da criança, isso desde o útero materno. Um trabalho realizado por cientistas da Universidade de Toronto, no Canadá, comprovou que os recém-nascidos expostos a uma melodia serena permanecem tranquilos. Essa comprovação científica vem ao encontro do que pais e mães fazem rotineiramente quando cantam melodiosas cantigas de ninar para o bebê dormir.

O psicopedagogo, arte-educador e mestre em educação João Beauclair afirma que “a música não é só uma questão de interferência na educação da criança, é uma necessidade, que deve ter espaço consagrado e rotineiro, por possibilitar a melhoria da sensibilidade, beneficiar os processos de aquisição da leitura e da escrita e auxiliar na melhoria da capacidade de memorização e de raciocínio”.

A opinião dele é semelhante à do psiquiatra canadense Thomas Verny, autor do livro A vida secreta da criança antes de nascer, que indica a música clássica como a melhor para ser oferecida aos bebês, porque esse tipo de som tem batida semelhante ao ritmo cardíaco em repouso, despertando na criança sensação semelhante à que ela tem quando colocada próximo ao coração materno. O contrário também é verdade. O som de um rock, por exemplo, tende a deixar a criança mais agitada.

Mas a influência da música vai muito além de acalmar ou agitar bebês e crianças. O potencial da inteligência humana é determinado pelos genes de cada pessoa, no entanto são necessários estímulos para colocar essa inteligência em prática, e é justamente aí que entra a música. O estímulo sonoro aumenta as conexões entre os neurônios e, de acordo com cientistas de todo o mundo, quanto maior a conexão entre os neurônios, mais brilhante será o ser humano.

Os sons que estimulam os neurônios dos bebês, mesmo quando ainda estão no útero materno, são muitos, incluindo as conversas que a gestante mantém com o filho, os cantos que ela entoa quando acaricia a barriga, além de outros, incluindo a música propriamente dita. Tudo o que o bebê experimenta desde sua concepção contribui na construção de seu cérebro.

O psicopedagogo João Beauclair conclui dizendo que “a linguagem musical é herança cultural de toda a história da humanidade e deve ser aproveitada, cada vez mais, na escola de educação infantil e na educação como um todo. Além de auxiliar na melhoria de nossas capacidades de memorização e de raciocínio, vários profissionais da área de Psicopedagogia Clínica utilizam recursos musicais para trabalharem com crianças que estejam apresentando dificuldades de aprendizagem”.

Mas, como tudo na vida, o uso da música na educação da criança também deve ser feito com discernimento. Beauclair adverte: “aos pais cabe a tarefa de usar o bom senso. Fugir dos modismos musicais talvez seja uma boa saída, oferecendo a seu filho cantigas de ninar, músicas folclóricas, música sacra, jazz, música popular brasileira, tudo o que tem qualidade é válido”, conclui.